Ahhhh Amsterdã…

Como andei colocando nos nossos posts do Instagram, durante a viagem, Amsterdã foi a nossa mini decepção…

Antes que alguém me “crucifique” acredito que tenha sido uma questão de termos ido com alta expectativa e o fato de ter chovido todos os 4 dias que ficamos por lá deu uma atrapalhadinha nos passeios. Sim, não curto muito dias chuvosos! 🙂

Já na hora da nossa chegada, a chuva estava forte e fez com que usássemos o Uber pela 1ª vez, na Europa. Voltamos a utilizar o Uber por 2 vezes ainda, também por causa da chuva.

Na noite que chegamos caiu um temporal muito sinistro, que derrubou várias árvores na cidade, inclusive em cima de algumas “casas barco”. No dia seguinte vimos um cenário de caos mesmo! E, impressionantemente, tudo resolvido em menos de 24h, com caminhões triturando as árvores pelo caminho.

Um fato é: a cidade é realmente muito organizada e as coisas funcionam muito bem. Sem contar as bicicletas, que são um caso a parte. Até sob muita chuva, as pessoas não deixam de utiliza-las como meio de transporte.

Bom, mas vamos aos passeios:

Heineken Experience

Foi a escolha do nosso primeiro dia, uma vez que estava chovendo. Compramos os ingressos pelo celular e fomos andando até a Heineken. Ficamos receosos em relação à Fernanda curtir o passeio, mas isso não foi nem um pouco problemático. A “bichinha” estava na vibe, e o tour da Heineken é realmente um caso a parte, principalmente falando das áreas “interativas” e dos games.

Para nós, adultos, além de tudo isso ainda rolava degustação de 3 chopps. O Alex ainda conseguiu participar de uma competição, no bar, de quem tirava o melhor chopp… ele perdeu por muiiiiiito pouco.

Para nós, adultos, além de tudo isso ainda rolava degustação de 3 chopps. O Alex ainda conseguiu participar de uma competição, no bar, de quem tirava o melhor chopp… ele perdeu por muiiiiiito pouco.

Museuplain (Praça dos Museus)

Como São Pedro resolveu dar uma ajudada, saímos da Heineken em direção ao Museuplein (dá pra ir andando de boa). Não entramos em nenhum dos museus, mas a área externa deles já vale o passeio, com destaque para o Rijksmuseum e o Van Gogh.

Nessa área tem um parquinho infantil muito legal e a Fefê tentou trocar algumas palavras, sem sucesso, com uma garotinha holandesa. Me amarro nessas tentativas (rsrsrsrsrs)… mas no fundo elas sempre se entendem.

Vondelpark

Ainda conseguimos dar uma passada rápida no parque, mas decidimos voltar no dia seguinte, de bicicleta. E foi o que fizemos… aproveitamos o dia que São Pedro mais nos ajudou (como diz o ditado, depois da tempestade, vem a bonança) e alugamos uma bike para pedalar pela cidade. No post Eurotrip – Quanto custa? Onde se hospedar? Como se locomover? conto mais detalhes do aluguel e de como foi pedalar por Amsterdã.

Mas vamos ao parque… ele é realmente imenso e impressionante! Uma área de muito verde, lagos, pontes, muitas esculturas e natureza em harmonia. Ficamos umas 2h lá dentro, conhecendo tudo de bike, só parando em um dos parquinhos para a Fefê poder curtir um pouquinho.

Mas vamos ao parque… ele é realmente imenso e impressionante! Uma área de muito verde, lagos, pontes, muitas esculturas e natureza em harmonia. Ficamos umas 2h lá dentro, conhecendo tudo de bike, só parando em um dos parquinhos para a Fefê poder curtir um pouquinho.

O parque fica cheio de famílias, pessoas fazendo atividades físicas, praticando yoga e fazendo piqueniques. Dizem que no inverno neva bastante no parque e os lagos congelam de tal forma que as pessoas fazem patinação no gelo.

NEMO Museum

Já havia dado uma lida sobre o Museu, mas decidi ir depois de dicas que a Fran Agnoletto, do blog Viagem que Sonhamos, deu no Instagram dela. E não me arrependi nem um pouco. O Museu é maravilhoso, não só para quem está com criança, apesar de isso ser um grande fator. São 4 andares de muito conhecimento, apresentado de forma lúdica e divertida. Proposta semelhante ao que vimos no Museu Catavento, em SP.

A Fernanda curtiu horrores, chegávamos a “perde-la” pelo museu, pois ela estava em uma empolgação tão gigante que não parava quieta num lugar só. A gente também curtiu muito, fizemos alguns “experimentos” tentando aprender um pouco mais.

Além do museu em si, ainda rola um rooftop muito show, com uma vista muito bonita de Amsterdã.

Zaanse Schans

Queria muito ir visitar a cidade dos moinhos e ficamos com medo do tempo não nos ajudar. Claro que choveu, mas nada que atrapalhasse o passeio. Para chegar lá, pegamos um ônibus na Centraal Station e em questão de 1h estávamos na porta da vila.

O local foi todo montado de forma turística, e é uma vila super fofinha… O passeio em si durou aproximadamente 4h, sem contar o trajeto de ida e volta, e rendeu várias fotos maneiras! 🙂 🙂 🙂

Não entramos em nenhum dos moinhos e acabamos não encontrando a casa de queijos, mas a casa dos tamancos de madeira é muiiiiiito maneira. Enfim, vale demais a pena o passeio, algo muito diferente do que estávamos acostumados a ver, bem legal mesmo.

Outros Passeios

Alguns passeios tradicionais de Amsterdã nós optamos por não fazer. Um deles foi a Casa Anne Frank, pois achei que seria muito pesado, muito impactante.

O outro foi o passeio de barco pelos canais de Amsterdã, cuja escolha se deu pelo fato de termos andando nos canais de Bruges. Agora, os canais de Amsterdã são realmente maravilhosos… e é impressionante a quantidade de canais que cortam a cidade.

Outro lugar que demos uma passada foi o Albert Cuyp Market, que era bem pertinho do nosso hotel. Lá nós compramos vários queijos e o famoso Stroopwafel.

Não conseguimos fazer muitos outros passeios, ainda mais que a chuva no último dia estava tão forte que fez com que fossemos 6h antes para o aeroporto.

De verdade, gostei de Amsterdã, dos seus canais, das suas bicicletas… só esperava um pouco mais ! 🙂

E vocês, como foi a experiência pela cidade?

Sobre as missões da Fefê, como citei no post Partiu Eurotrip, utilizamos esta estratégia para tentar deixa-la mais interessada na viagem e funcionou muito bem. Todas as missões foram cumpridas com louvor e ela fazia questão de “correr atrás” das mesmas. As missões foram:

1 – Tirar uma foto dentro das letras I AMsterdam.

2 – Andar de bicicleta por Amsterdam.

3 – Fazer um gol de pebolim na Heineken Experience.

4 – Imitar o movimento dos moinhos em Zannse Schans.

5 – Comer um prato típico da Holanda.

Gostaram da nossa proposta do caderno das Missões?
Querem fazer também para viagem de vocês com os pimpolhos?
Então… Tô trabalhando nessa ideia, e em outras tão interessantes quanto, para poder fazer arte bem especiais para todos!

Por enquanto, quem quiser o caderno de missões, estou com um link inicial no Elo7 com apenas o envio da arte pronta para impressão e encadernação. Da uma olhadinha lá…

EQUIPE NANDA AVENTUREIRA!

Uma “esticadinha” na Bélgica

E partimos para a Bélgica…
Como dito no post Eurotrip – Quanto custa? Onde se hospedar? Como se locomover?, foi bem tranquilo pegar o trem da Thalys de Paris para lá e em menos de 2h estávamos conhecendo um novo país.
Como optamos por ficar apenas 2 dias, a escolha por um Hotel (Novotel Brussels off Grand Place) mais próximo, tanto da Central Station quanto das principais atrações de Bruxelas, foi fundamental.

Bruxelas não é um local com taaaantas atrações assim, principalmente para quem vai com crianças.
Estivemos na estátua do Smurf, na Grand Place, vimos o tal do boneco que faz xixi (Manneken Pis) e ainda ficamos andando pelas ruelas da cidade.

Sobre a Grand Place… a praça é linda mesmo! Uma arquitetura diferenciada, local sensacional! Nanda adorou aquele espação da praça, ficou correndo, pulando e até “virando estrelinha” e… mais uma missão cumprida! 🙂 O Manneken Pis é engraçadinho… mas, bem pequenininho! Vale o passeio, até porque é tudo muito próximo e em meio dia você consegue visitar tudo.

Mas o que curtimos meeeeeesmo foi o Delirium Café!!! Local sensacional, com cervejas de vários tipos e teor alcoólico! Deu até peninha da Fefê que teve que “carregar” a gente para o Hotel depois (rsrsrsrsrsrs). E nesse ponto ela merece uma salva de palmas.. ficou lá de boa, mesmo sem ter nenhum atrativo para ela, respeitou o nosso momento de curtição!

Mas o ponto alto da Bélgica ocorreu no dia seguinte e tem nome: Bruges, ou como diz a Nanda, “Bruxas”! :))
Gente, que lugar M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O!!! E olha que ainda pegamos uma chuvinha por lá… mas deu ara aproveitar bastante!
Chegar lá é bem tranquilo, apesar de andar um “cadinho” da estação de trem até a cidade, mas é uma caminhada tão agradável que você nem percebe…
Logo que chegamos, fomos correndo fazer um passeio de barco pelos canais, pois estava ameaçando chover. O passeio sai de vários pontos da cidade, nós pegamos um com a companhia Boottostour Brugge… pagamos 26 euros (10 por adulto e 6 euros a criança) e durou um pouco mais de 30 minutos. Vale muiiiiiito a pena fazer o passeio, a vista da cidade por este ângulo é espetacular!

Além do passeio a cidade ainda tem a Grote Markt, uma praça tão maravilhosa quanto a de Bruxelas, onde fica localizado o Campanário de Belfort (torre de 83 metros e 366 degraus, que tem uma vista linda da cidade). Decidimos não subir, muito por causa da Fernanda, já que vimos que a escadaria é bem estreita.

Como sempre procuramos encaixar no passeio algo que seja do agrado da Fefê, procuramos um parque por Bruges e acabamos nos deparando com essa gracinha abaixo… ficamos quase 1h por lá, aguardando o momento dela.

Em resumo, tanto Bruges quanto Bruxelas são cidades muito bonitas, com um “apelo” cultural e arquitetônico sensacional, mas não achei o passeio tão propício para crianças. Fiquei com aquela sensação de que deveria ter estado em Bruxelas quando jovem, naquele estilo mochilão com os amigos, apreciando cervejas maravilhosas e curtindo a vibe local.

Mas fazendo esse trajeto de Paris para Amsterdam, como fizemos, acho que vale muito a pena essa “paradinha” de 2 dias na Bélgica.

E as missões da Bélgica foram:

1 – Encontrar o Smurf e fazer a mesma pose para foto.

2 – Dar 3 Estrelinhas na Grand-Place.

3 – Passeio de barco pelos canais de Bruges.

4 – Dançar ballet sob uma ponte de Bruges.

5 – Comer um prato típico da Bélgica.

Gostaram da nossa proposta do caderno das Missões?
Querem fazer também para viagem de vocês com os pimpolhos?
Então… Tô trabalhando nessa ideia, e em outras tão interessantes quanto, para poder fazer artes bem especiais para todos!

Por enquanto, quem quiser o caderno de missões, estou com um link inicial no Elo7 com apenas o envio da arte pronta para impressão e encadernação. Da uma olhadinha lá…

Diz aí, o que vocês acham… vale a pena fazer esse “pit-stop”?

Um grande abraço,

Equipe Nanda Aventureira

Disneyland Paris

A decisão de incluir Paris no nosso roteiro teve muita relação com o fato de lá existir a Disney, que possibilitaria uma experiência com foco total na Fefê! Havia muito receio em ela ser “decepcionante” por ser menor e tal, mas como não conhecemos o complexo Disney em Orlando, não há chance de comparação (rssrsrsrs).

Acabamos deixando a visita ao parque para o nosso último dia em Paris. Não era nosso objetivo, mas como viajamos (sem querer) em um feriadão francês, os ingressos estavam bem mais caros para os dias anteriores e no Domingo o preço já estava um pouco mais razoável (pagamos 89 euros – adulto e 84 euros – criança). Compramos os ingressos com antecedência, ainda do Brasil, e isso ajuda bastante para evitar filas na entrada.

Saímos do Hotel às 9:30 e tivemos que pegar um metrô normal até a estação de onde partia o RER A para a Disney. No mapa do metrô é muito fácil identificar as estações que fazem esse trajeto e encontrar a mais próxima ao seu hotel (o google maps nos ajudou bastante nesse sentido também).
O trajeto todo demorou em torno de 1:20 e chegamos na estação final por volta de 10:50. A saída do RER vai direto para a entrada dos 2 parques da Disney, sem chances de se perder! 🙂

Resolvemos ir primeiro no Walt Disney Studios, imaginando que estaria mais vazio. Ledo engano, acredito que os 2 estavam lotados!!! E a primeira atração que escolhemos não poderia ter sido pior… Rsrsrsrs! Fomos na Crush’s Coaster®, a montanha russa da tartaruga do Nemo… Sério, foram uns 40 minutos de fila e não imaginava que a atração era tão radical!!! Uma montanha russa completamente no escuro!!! Nossa! Fiquei com muita pena da Fefê, e até achei que ela chorou pouco! Eu gritei horrores, saí de lá tremendo… Nanda também saiu tremendo e com coraçãozinho batendo alucinadamente!

Antes da “desgraça” acontecer

Deu muita peninha dessa pequena! 😦

Depois dessa, resolvemos ir em brinquedos leves, com ela. Só que logo o primeiro que pegamos, foi um trenzinho (Studio Tram Tour®), que passeia pelos Studios mostrando alguns artigos de filmes e efeitos especiais. E foi essa parte que deixou a Nanda novamente assustada… Tem um momento em que rola explosão de um caminhão e depois uma enxurrada de água… Muiiiiito maneiro, mas ela não curtiu tanto! 😦

Teeeeeenso!!!

Alex ainda foi na Hollywood Tower (The Twilight Zone Tower of Terror) e, como estava sozinho, conseguiu entrar rápido na Ratatouille: The Adventure. Isso é uma forma excelente de aproveitar os brinquedos, pois entrando sozinho você “fura” muita fila.

Decidimos partir para o Disneyland Park, ou, como diz a Nanda, o que tem o castelo… Ansiosa pelo encontro com as princesas.
Com certeza, esse é o parque dela… A magia da Disney estava ali! Quando ela viu o Castelo da Bela Adormecida, a emoção tomou conta da garota!!! Mega empolgada!

No caminho ainda “esbarramos” com 2 personagens: o Pateta e o Pluto. Também encontramos Mickey e Minnie, mas para tirar foto com eles precisava de um agendamento prévio e não sabíamos. Aliás, uma boa dica é baixar o aplicativo da Disney, pois nele você consegue ver os horários onde os personagens estarão para fotos e até o tempo de fila das atrações, meeeeega útil e interessante.

Aplicativo para Iphone
Aplicativo para Android

Teoricamente estávamos em atrações mais tranquilas… Carrossel, Labirinto da Alice no País das Maravilhas, as famosas Xícaras da Alice, parquinho, entre outros. Até que, resolvemos ir na atração do Piratas do Caribe (diga-se de passagem, atração muiiiiito legal e sem fila)… Ali finalizamos o trauma da Fefê por carrinhos, trenzinhos e afins! Estávamos em um bote, navegando em águas profundas, várias imagens de piratas, de caveiras e a gente acalmando a Nanda que não teria nada demais, já que estávamos sem cinto, inclusive. Até que, ocorre a primeira queda… Wooooowww! A cara da Fefê era de desespero puro, tadinha. Ainda tivemos mais uma queda, essa até um pouco maior, mas consegui avisá-la antes e ela não se assustou tanto dessa vez.

Sei que, depois disso sofremos para levá-la na atração do Peter Pan (Peter Pan’s Flight), que é super tranquila, um sobrevoo pela casa da Wendy e pela Terra do Nunca. Ainda ficamos super receosos quando vimos o “trenzinho” na casa mal assombrada, Phantom Manor, que ela mesmo quis ir. Aliás, que atração maneira também, muito real e “assustadora”.

Mas a parte mais legal e emocionante foi o desfile (Disney Stars on Parade) que ocorre em frente ao castelo da Bela Adormecida. Chegamos em cima da hora e não conseguimos um lugar tão bom… acho que precisa chegar mais de 30 minutos antes para conseguir ficar lá na frente. Mesmo assim, ela ficou na corcunda do papai e conseguiu acompanhar… E a emoção dela quando as princesas passaram foi algo indescritível!

Sobre aspectos gerais do parque:

Tempo: ficamos 11h no parque, sob um sol pesado (levem protetor solar – nós esquecemos) e acredito que foi tempo suficiente!
Comida: levamos um sanduíche para cada um e almoçamos ele… Lá por 21h paramos em uma lanchonete e fizemos um lanche por 13 euros.
Bebida: acabamos comprando água 2x, mas o parque tem bebedouros que dá pra encher as garrafas de boa.

E digo, depois dessa experiência, fiquei com uma ultraaaa supeeeer megaaaaa vontade de conhecer a Disney de Orlando e, claro, marcar um encontro da Fefê com alguma princesa, que com certeza foi nossa única decepção na Disney Paris, e por nossa causa!

Espero que tenham curtido o relato e aproveitem algumas das poucas dicas que conseguimos passar.

Equipe Nanda Aventureira!

A maravilhosa Paris!

Quando decidimos fazer a nossa Eurotrip, confesso que nem pensei em ir à Paris, pois meu grande desejo era conhecer a Itália. Porém, devido à questões logísticas, optamos por Paris + Bruxelas + Amsterdam, antes de irmos para Portugal.

Paris foi, com certeza, a grata surpresa dessa viagem. Sabíamos da sua grandeza e da sua importância, no entanto ouvimos de várias pessoas que a cidade era muito mais “nome” do que outra coisa. Não sei se pela baixa expectativa que chegamos, mas a cidade é muiiiiito mais que isso, é glamour, é tudo funcionando super bem, é cheia de parque, cheia de vida!!!

Ficamos 5 dias inteiros pela cidade, sendo que a programação do 1º dia era bem leve, por causa do “Jet lag” e também deixamos um dia livre para imprevistos. Até por isso, optamos por comprar somente os ingressos da Disney com antecedência, deixando a programação bem flexível, até por estarmos viajando a primeira vez para a Europa e com uma criança de 5 anos.

Na nossa programação incluímos, além da Disney, os seguintes passeios:

Jardim de Luxemburgo: esse parque maravilhoso ficava há 15 minutos a pé do nosso Hotel e optamos por ir até ele no dia que chegamos, enquanto o nosso check-in não fosse liberado. Local muito frequentado pelos parisienses, ficamos encantados com o parque super bem cuidado, muito lindo mesmo… Fefê já se juntou às crianças parisienses para brincar em uma parte infantil muito fofa do parque.

Pirâmide do Louvre e Jardim de Tuileries: no 2º dia trocamos o passeio pela Torre Eiffel (por causa do clima chuvoso) e optamos por ir até o Louvre. No entanto, quando fomos comprar os ingressos, a atração já estava lotada. Era o 1º dia de um feriadão na França e o atendente nos avisou que neste caso só comprando os ingressos pela internet, com 1 dia de antecedência. Sendo assim, optamos por visitar a redondeza, desde as clássicas fotos nas pirâmides do Louvre, até uma imersão pelo Jardim de Tuileries, que depois descobrimos ter sido o 1º jardim público de Paris.

Praça Concorde: logo que saímos dos Jardins, demos de cara com a praça que fica ao lado da Champs Élysées e representativa para Paris por ter sido cenário de terror na Revolução Francesa. Ao lado do seu grande obelisco, a Fefê cumpriu a sua 1ª missão em Paris e comeu um saboroso crepe parisiense.

Ponte Alexandre III: neste 2º dia, continuamos a caminhada pela cidade e chegamos até esta maravilhosa ponte. Paris é cheia de lindas pontes, que cortam o rio Sena, mas a Alexandre III tem um charme especial. Além da decoração espetacular, a ponte ainda nos apresenta uma linda vista da Torre Eiffel. Vale demais a visita!

Les Invalides: não entramos no museu, que é militar e conta com a tumba do Napoleão. Estávamos muito cansados depois de toda a andança, e decidimos ficar pelos jardins localizados à frente, apenas apreciando o dia e a maravilhosa vista externa do museu. Confesso que queria ter ido, mas como disse, com criança, a programação tem que ser flexível e temos de estar atentos ao ritmo deles.

Torre Eiffel: no dia seguinte fomos, enfim, na principal atração de Paris, o monumento mais visitado do mundo… a famosa Torre Eiffel. Fernanda estava mega ansiosa para conhecer a torre, principalmente pelo fato de termos combinado um piquenique e este ser parte de uma das missões dela (vou colocar ao final do post todas as missões da Fefê). A torre é magnífica, linda demais, um monumento grandioso como Paris e simplesmente espetacular. Nos sentamos em um dos jardins à frente da torre e conseguimos saborear um maravilhoso piquenique. Optamos por não subir na torre, por questões financeiras e por não querermos nos prender na programação, uma vez que, para subir é necessário comprar os ingressos com bastante antecedência. Aliás, a fila para subir estava gigantesca!!!

Trocadero: já havíamos lido que a vista da torre do Trocadero era maravilhosa e, claro, não queríamos perder esta oportunidade. Andamos bastante do local onde estávamos e no caminho ainda encontramos algumas distrações que não conseguimos escapar, como o Carrossel e um parquinho muito fofo que fica ao lado do Trocadero. A Fefê se esbaldou, é claro! Em todos os passeios que fizemos, sempre procuramos um parque ou algo parecido para deixarmos ela se divertir à vontade, por um bom tempo. Mais uma vez me chamou atenção a quantidade de crianças parisienses no parque e a Nanda sempre “tentando” conversar com eles! Rsrsrsrsrsrs!

Sobre o Trocadero, realmente tem uma vista muito linda… mas deve-se chegar cedo se você quer tira AQUELA foto. No horário que chegamos tinha muita gente e é quase impossível você sair sozinho com a torre. 🙂 🙂 🙂

Arco do Triunfo: do Trocadero partimos para o Arco do Triunfo com uma paradinha para almoço e descanso no meio do caminho, pois andamos um bucadinho até lá. Que monumento sensacional, maior do que imaginava… para variar, tinha uma fila grande para subir no Arco, no entanto, passamos direto por ela e fomos apenas na base. Para chegar lá, pegue uma das passagens subterrâneas, pois atravessar por cima é impossível! Além da grandiosidade do monumento, a questão das 12 avenidas que “se encontram” no arco é algo inexplicável, não sei como não rola acidentes a todo momento por ali.

Champs Élysées: a principal avenida de Paris é passeio certo, saindo do Arco do Triunfo. Cheia de glamour, possui as lojas mais chiques e caras de Paris… dizem que as “madames” passeiam por ali tomando champagne enquanto olham as vitrines. Mas nós estávamos “mortos” de cansados, Fernanda não queria mais saber de andar e optamos por pegarmos o metrô ali mesmo, de volta ao Hotel.

Catedral Notre Dame: infelizmente não conseguimos chegar muito perto da catedral, pois ela havia sofrido aquele terrível incêndio há pouco tempo atrás. Conseguimos ver os andaimes e soubemos que em poucos dias ela estaria novamente liberada para visitação.

Museu do Louvre: outra grata surpresa na nossa visitação à Paris. Achamos que, por estarmos indo com a Fefê, a visita seria rápida e tensa, pensando que ela iria querer ir logo embora. Aí entra o nosso 1º trunfo: a missão de encontrar uma múmia! A Nanda não descansou enquanto não encontrou a “bendita” e ainda por cima curtiu demais a exposição da área egípcia!!! Aliás, diga-se de passagem, exposição sensacional mesmo!!!

Após encontrarmos a esfinge e a múmia, partimos atrás da Monalisa! Genteeeeeee, que tenso… a salinha onde ela fica até é grande, mas rola um empurra-empurra para conseguir chegar na frente e tirar uma foto com a famosa Gioconda. Nós mesmo com criança no colo sofremos com uma turma norte-americana que não queria saber, educação passou longe!!! Em compensação, um casal indiano foi super gente boa conosco e nos ajudou na fotinho abaixo (foi o máximo que conseguimos.. detalhe para a cara de assustada da Fefê).

OK, missões cumpridas, vamos embora Nanda?! Não mamães, eu quero continuar vendo as exposições… e assim fomos, percorrendo o Louvre por mais de 3h! Se a mamãe aqui ficou boba com o interesse da filhota? Claaaaaaaaro que sim!!!!

Torre Montparnasse: a torre, localizada atrás do nosso hotel, possui uma vista maravilhosa da cidade, se não a MELHOR de todas as vistas! Optamos por subir às 19h, com a intenção de pegar o pôr do sol e o anoitecer de Paris. Só esquecemos que, nesta época do ano, só anoitece após às 22h… e assim ficamos ais de 3h lá em cima. Nanda só reclamou porque estava com fome, mas conseguimos “segurar” ela por lá sem maiores problemas, jogando “pedra, papel e tesoura”, “par ou impar” e até brincando de pique. E valeu a pena: a vista do pôr do sol foi espetacular e, enxergar as luzes das Torre Eiffel foi o ápice desse momento.

Como já detalhei no post anterior, nos locomovemos muito facilmente por Paris, inclusive para irmos até a Disney (que detalharei melhor em post separado).

A cidade além de linda e glamorosa, funciona! As pessoas não são rudes com os turistas e nem com crianças, como havia lido em alguns lugares. A Fefê foi muito bem tratada pelos lugares que passamos e não falo só de lugares turísticos… sim, tivemos 2 locais em que tivemos um tratamento mais “seco”, mas nada que tirasse o brilho da cidade.

Tomamos muito cuidado com as nossas coisas, pois lemos muito sobre os batedores de carteira de Paris (pickpockets). Mas não vimos nenhuma ação ocorrendo e olha que dos 5 dias que ficamos na cidade, 4 eram de feriadão na França.

Sobre as missões da Fefê, como citei no post Partiu Eurotrip, utilizamos esta estratégia para tentar deixa-la mais interessada na viagem e funcionou muito bem. Todas as missões foram cumpridas com louvor e ela fazia questão de “correr atrás” das mesmas. As missões foram:

1 – Fazer um piquenique na Torre Eiffel.

2 – Encontrar a múmia ou esfinge no Museu do Louvre.

3 – Apertar a mão da Minnie, do Mickey ou do Pateta.

4 – Fazer pose de princesa no Castelo da Bela Adormecida.

5 – Comer um prato típico da França.

Gostaram da nossa proposta do caderno das Missões?
Querem fazer também para viagem de vocês com os pimpolhos?
Então… Tô trabalhando nessa ideia, e em outras tão interessantes quanto, para poder fazer arte bem especiais para todos!

Por enquanto, quem quiser o caderno de missões, estou com um link inicial no Elo7 com apenas o envio da arte pronta para impressão e encadernação. Da uma olhadinha lá…

E aí, o que vocês acharam? Partiu Paris???

Espero que tenham curtido essa nossa pequena aventura de 4 dias pela cidade luz… e ainda tem mais um “diazinho” na Disney que vamos detalhar no próximo Post.

Equipe Nanda Aventureira!

Eurotrip – Quanto custa? Onde se hospedar? Como se locomover?

Olá pessoas, tudo bem com vocês?

Sei que atrasamos para liberar este post, mas depois de 24 dias na Europa demora um “cadinho” pra colocarmos a rotina nos eixos.

Estivemos por lá entre os dias 29/05/2019 e 21/06/2019, passando por Paris, Bruxelas, Bruges, Amsterdam e algumas cidades de Portugal… foi uma aventura e tanto!!! Nunca havíamos viajado por tanto tempo e foi a nossa primeira viagem longa com a Fefê!

Abaixo, seguem algumas questões gerais da nossa Eurotrip, sem detalhes de passeios. Além do trajeto entre os países e como foi lidar com uma criança nessa situação, falamos sobre como nos locomovemos pelas cidades que passamos, sobre a hospedagem/localização e sobre nossa alimentação super saudável (SQN!).

Portugal será pouco citado nesse post, pois ficamos em casa de família e isso muda muito o conceito da viagem.

Espero que ajude à todos…

 

DESLOCAMENTO ENTRE OS PAÍSES

VOO

Gostamos muito do serviço da Air France, desde as aeronaves em si, que são grandes e possuem boas opções de entretenimento (inclusive dão um joguinho para as crianças), até o atendimento dos(as) comissários(as) de bordo, que são super atenciosos(as) e gentis. Meu único porém ficou por conta da refeição, pois no cardápio não apresentam opções de menu infantil e só na volta descobri que podemos solicitar um prato diferenciado para as crianças. Se isso já ficasse explícito seria muito melhor.

Falando de algumas expectativas citadas no post anterior (Partiu Eurotrip), em relação ao voo… Deu tudo errado! Rsrsrsrs!

Nanda tomou o Dramin logo que entramos no avião e assim que decolou, ela dormiu. Mas em menos de 2h estava acordada e depois foi uma luta para conseguir dormir novamente. Acabou dormindo mais umas 3 horinhas, já no fim da viagem. Não quis saber de nenhum dos entretenimentos que levamos, e ficou apenas nos vídeos da Air France. Se ela dormiu só isso, imagina a gente… Não chegamos a dormir mais que 3 horas, ou seja, chegamos mortos de cansados.

O voo entre Amsterdam e Lisboa foi feito pela KLM e não curtimos muito o trajeto. Apesar de ser um voo curto, de 3h, a pressão na aeronave estava tão forte que fui com dor de cabeça a viagem toda. Sorte que, por ser um voo noturno, a Fernanda dormiu o trajeto todo.

Nosso voo de retorno ao RJ foi bem mais tranquilo!  Não precisamos dar remédio algum, ela assistiu um filme inteiro (algo raro) e apagou logo após a janta, só acordou para o café da manhã, quando já estávamos chegando.

Acredito que a ansiedade da viagem e o fato do voo ter sido diurno tenha atrapalhado a Fefê na ida.

Tempo de Translado:

Quadro1

 

TREM

Se utilizar dos trens europeus para deslocamento entre países vale muito a pena, caso a distância entre eles não seja tão grande. Os vagões são espaçosos, confortáveis e o trem é veloz.

Em relação à bagagem, ao menos nos trens da Thalys (companhia que utilizamos para transitar entre Paris, Bruxelas e Amsterdam) há bons espaços entre os vagões, para malas maiores. Mas não exagere no tamanho, prefira as médias, pois pode ocorrer o que aconteceu conosco entre Bélgica e Amsterdam, que os espaços do nosso vagão já estavam cheios e tivemos de ir com a mala até o vagão seguinte.

Dando ênfase ainda a dica acima, chegue com antecedência nas estações, para evitar essa correria em relação à colocação das malas.

Para pegarmos o trem de Paris para Bruxelas fomos de metrô até a estação Gare Du Nord. Lá é uma estação central da cidade, tem metrô e trens para tudo quanto é canto. No dia que fomos a estação estava bem movimentada, pois era uma segunda-feira, depois de um feriadão na França. Mesmo assim foi super tranquilo de encontrar os trens da Thalys.

De Bruxelas para Amsterdam é um pouco diferente pois os trens não ficam lá parados, nos esperando. Temos de encontrar a plataforma e esperar o trem passar. Mas é tudo bem sinalizado e não foi tão complicado de nos acharmos. Claro que, chegamos com antecedência…

Já, de Bruxelas para Bruges, o bilhete comprado não tem restrição de horário e aí é mais tranquilo em relação ao tempo. Mesmo assim, vale se programar para chegar mais cedo, pois passam trens para diversos locais e é necessário se informar direitinho para não pegar o trem errado.

 

Tempo de Translado:

Quadro2
Valor Total Gasto:
Quadro3

 

TRANSPORTE INTERNO

PARIS

Achamos Paris a melhor cidade do mundo para se locomover de metrô/trem. É impressionante a malha ferroviária deles, você consegue ir e vir para qualquer lugar da cidade e arredores.

Nossa 1ª surpresa positiva ocorreu assim que chegamos, quando decidimos sair do aeroporto de trem+metrô, ao invés de táxi ou Uber. E foi suuuuuper tranquilo!!! Mas é bom ir se estiver com pouca mala, pois ao menos na estação que saltamos, precisamos subir e descer muiiiiitas escadas.

Só transitamos pela cidade de metrô/trem ou a pé, não utilizamos Uber.

As linhas são super bem explicadas e, usando o Google Maps então, fica mole saber quais estações tínhamos que parar, qual linha deveríamos pegar… Fernanda entrou na vibe legal, curtindo andar pelas estações, passar pela “catraca” (ela colocava o ticket dela) e aproveitamos para ensiná-la que temos de deixar o lado esquerdo sempre liberado para quem esta com pressa, tanto ao andar pelas estações quando nas escadas rolantes.

Minha única dica é: façam os cálculos de quantos tickets vão precisar, pois o preço do combo com 10 é mais barato e, para comprar tickets com desconto para as crianças, só nessa opção do combo.

Ah! esses tickets individuais não são aceitos no RER A, que vai para Disney.

 

Valor Total Gasto (3 pessoas – 5 dias):
Quadro4

Existem outras opções de cartões de transporte, mas não nos interessamos achando que não valeria a pena para nós, mas se quiserem mais informações, li várias dicas nos blogs abaixo:

Viajando sem Crise

Viaje na Viagem

 

BRUXELAS

Não vi como funciona a questão transporte em Bruxelas, pois optamos por ficar perto da Grand Place, uma vez que só ficaríamos 2 dias na cidade e não queríamos perder tempo com deslocamento.

Fizemos tudo a pé.

 

AMSTERDAM

Como tradição, o melhor meio de transporte em Amsterdam são as bicicletas. 🙂 🙂 🙂

Alugamos a bike por algumas horas apenas, mas me arrependi por não ter alugado pelo período todo (sim, existe a possibilidade de ficar com a bike por vários dias). Havíamos lido sobre algumas dificuldades em relação ao “trânsito” de bicicletas pela cidade e de quanto os locais são “estressados” com as pessoas que não respeitam esse “trânsito”. Porém, não tivemos nenhum problema, mesmo tendo andado em áreas bem movimentadas da cidade.

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Em relação aos demais dias, ficamos em uma boa localização e conseguimos fazer bastante coisa a pé, mas, por conta das chuvas, utilizamos UBER algumas vezes, inclusive para chegar e sair da cidade.

Achamos o transporte público de lá muito mais complicado (Ok, ok, somos um pouco enroladinhos também… rsrsrsrs). Existem os bondes, os ônibus e o metrô rodando pela cidade, mas não vimos nenhum local para venda de tickets dos 2 primeiros e, até no metrô não foi tão fácil comprar os tickets, que por sinal, achei caríssimo.Até em relação ao ônibus para Zaanse Schans, tivemos dificuldade em encontrar o local para compra. Além disso, na ida fomos pagar 1 euro ao motorista, como informado, referente ao ticket da Fefê e ele disse que ela podia entrar sem pagar. Só que na volta a mulher cobrou e deu maior esporro por não termos o ticket. Fizemos questão de pagar o euro da volta, mas ela também não aceitou e disse que se o fiscal pegasse íamos ter problemas. Mas até agora não entendi por que ela não aceitou que pagássemos o 1 euro da volta… enfim!!!

Valor Total Gasto (3 pessoas – 4 dias): 
Quadro5

 

PORTUGAL

Como dito no início do post, Portugal foi um caso a parte, pois ficamos hospedados na casa de familiares, em Charneca de Caparica (arredores de Lisboa). Por isso, optamos por alugar um carro, até por que estava na nossa programação ir até Porto (no Norte de Portugal), passando por algumas outras cidades no caminho.

Trafegar de carro em Lisboa não foi muito difícil, no entanto, estacionar pelo centro é tarefa complicada ou cara (caso opte pelos estacionamentos subterrâneos). No dias que fomos conhecer o centro de Lisboa, deixamos o carro em um estacionamento de Cacilhas e pegamos a barca com destino a Lisboa. Quando fomos ao Oceanário e à Belém, estacionamos pela rua, sem maiores problemas.

Valor Total Gasto (3 pessoas – 11 dias):

Quadro6

 

HOSPEDAGEM / LOCALIZAÇÃO

 

PARIS

Ficamos muito receosos em relação à hospedagem em Paris, tanto que foi o hotel que demoramos mais a escolher. Posso dizer que erramos e acertamos na escolha do Timhotel Paris Gare Montparnasse.

Erramos por 2 motivos:

1º) O hotel era bem antigo, elevador minúsculo e aspecto de sujo/velho. No geral, nos atendeu bem, espaço do quarto grande, boas camas, 2 banheiros… mas a única coisa que realmente nos incomodou (e bastante) foi o tamanho minúsculo do box, o fato de não ter blindex e ser cortina de plástico que ficava grudando na gente durante o banho.

2º) Ficamos com receio de alugar apartamento ou Airbnb, devido às últimas notícias que acompanhamos neste tipo de hospedagem, em relação à filmagens indevidas e tal. Mas pela nossa decisão em relação à alimentação, precisávamos, minimamente, de um hotel com frigobar e microondas e não nos atentamos à estes fatos no momento da escolha.

O grande acerto ficou por conta da localização. O hotel ficava praticamente na porta de uma estação grande de metrô (Montparnasse – Bienvenüe), próximo à vários restaurantes, mercados, farmácias… e em uma área não tão turística, mas com uma vida local bem agitada. Curtimos bastante essa vibe.

 

BÉLGICA

Como só ficaríamos 2 dias em Bruxelas e em um deles iríamos à Bruges, optamos por um Hotel próximo à estação de trem e aos principais locais de visitação da cidades. Neste sentido, o Novotel Brussels off Grand Place acabou sendo a escolha certa e, apesar de um pouco mais caro, foi um ótimo custo-benefício pra gente.

Além da questão localização supracitada, o hotel é excepcional! As camas são super confortáveis, banheiro e box grandes, com várias comodidades e atendimento excelente dos funcionários.

 

AMSTERDAM

Assim como na Bélgica, em Amsterdam optamos pelo Ibis Styles Amsterdam City por causa da localização e por conhecermos a “marca”. Também não nos arrependemos na escolha, ainda que o Ibis tenha uma queda de padrão em relação ao Novotel. A localização era muito boa, também longe da muvuca, mas ao mesmo tempo com boas possibilidades de transporte público, sendo que conseguimos fazer algumas coisas a pé, entre elas:

  • Heineken Experience;
  • Museuplein (Rijksmuseum, Museu Van Gogh, entre outros);
  • Vondelpark;
  • NEMO;
  • Albert Cuypmarkt (ficava ao lado do hotel).
Alguns passeios acabamos não fazendo a pé apenas por causa da chuva/frio.

 

ALIMENTAÇÃO

 

PARIS

Como foi a primeira cidade que visitamos e estávamos muito receosos em relação aos gastos e decidimos por não gastar muito com comida.

No almoço, comíamos sempre pelo local onde estávamos, mas em nenhum dos dias paramos para comer “comida”, era sempre crepe ou McDonald´s. A noite, a nossa proposta era sempre comprar algo no mercado e comer no Hotel.

Porém, como foi dito acima, o nosso hotel não tinha muita estrutura para este tipo de alimentação e, desta forma, sempre optávamos por algum sanduíche (os mercados tem muitos sanduíches prontos).

Por 2 dias topamos jantar em um bar próximo ao hotel e fomos tão felizes na escolha que preciso citá-los. Fomos no Dream Café, uma bar badaladinho, cheio de galera “jovem”. De cara já foram super atenciosos conosco e, principalmente com a Fernanda, a única criança do local (acho que os Parisienses não tem o hábito de sair com crianças a noite, vimos pouquíssimas crianças pela rua, a noite). E para melhorar, eles se prontificaram a fazer um prato específico para a Nanda, em menor quantidade e cobrando a metade do preço de um prato normal. Nos conquistou de tal maneira que Fernanda quis tirar foto com o garçom no 2º dia que fomos ao bar.

Gasto total (café, almoço e janta – 5 dias x 3 pessoas):

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Pratos típicos que a Nanda comeu/experimentou: crepe, croissant e baguete.

 

BÉLGICA

Começamos a comer um pouco melhor, optando por pratos de comida “de verdade”. O problema da Bélgica é que tudo vem acompanhado de fritas (rsrsrsrsrs). Em Bruxelas tínhamos muitas opções de restaurante próximas ao hotel e, em Bruges, também existem muitos restaurantes pela praça Grote Markt e mesmo assim, acabamos comendo no Burger King. 

Gasto total (café, almoço e janta – 2 dias x 3 pessoas):

Quadro8

 

Pratos típicos que a Nanda comeu/experimentou: batata frita e chocolate (esse foi molezinha!!!)

 

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AMSTERDAM

Em Amsterdam tivemos uma certa dificuldade por não termos pesquisado opções de alimentação próximas ao Hotel e acabamos tendo que “caçar” restaurantes sob frio e chuva. E, é claro, novamente optamos pela “junk food” (mas estava uma delícia) e, inclusive, fizeram um hambúrguer especial para a Fefê, só com carne e presunto, como ela gosta.

Fora isso, reservamos um jantar no famoso Moeders, restaurante com várias fotos de mães penduradas, inclusive pode pendurar a da sua mãe, se você levar a foto. Nós levamos! 🙂

Foi o único hotel que pegamos café da manhã e isso nos ajudou muito na hora de almoçarmos no meio do caminho, pois comíamos bastante no café e acabávamos comendo qualquer coisa no caminho.

Gasto total (almoço e janta – 4 dias x 3 pessoas):

Quadro9

 

Pratos típicos que a Nanda comeu/experimentou: stroopwafel e sopa de ervilha.

 

 

PORTUGAL

Acredito ter sido o local que mais gastamos com alimentação. Primeiro por nos identificarmos mais com a comida local e segundo que, por estarmos com família, não optávamos tanto por lanches e “junk foods”.

Nesta conta, também entram os mercados que fazíamos em conjunto, para churrascos e mariscadas na casa do pessoal, sem contar a grande quantidade de vinho consumido 🙂 🙂 :).

O único local que nos arrependemos do valor pago foi no restaurante Marisqueira, na região ribeirinha de Lisboa. Os restaurantes do centro de Lisboa se aproveitam do fator turismo e acabam “metendo a mão” no preço de pratos simples, como o bife com batata frita que comi nesse restaurante.

Em compensação, pagamos praticamente o mesmo valor para comer 2 Kg de robalo com acompanhamentos, na beira do mar da Arrábida. Outro local que gostamos demais e o custo-benefício é excelente foi o restaurante Toscano, em Porto. Rolou até uma apresentação de piano com “Garota de Ipanema”… vale demais a experiência!!!

Ah! e cuidado com qualquer tipo de “entradinha”… todas elas são cobradas e muitas vezes você não é avisado disso!!!

Portugal foi o local em que a Fefê comeu melhor, inclusive experimentando diversas comidas diferentes (mariscos, caracol, entre outros).

Gasto total (café, almoço e janta – 11 dias x 3 pessoas):

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Pratos típicos que a Nanda comeu/experimentou: bolinho de bacalhau, amêijoas e ovos moles.

CHIP INTERNACIONAL

Acabamos esquecendo de comentar sobre um detalhe super importante para quem viaja para o exterior: o chip internacional!!!

Optamos por não compra-lo diretamente do Brasil, apesar de ser a opção mais tranquila, e resolvemos arriscar e comprar o “simcard” no nosso 1º dia em Paris.

Pelo que pesquisamos sairia muito mais barato, só não contamos com a dificuldade em encontrar lojas das famosas Vodafone e Orange. A ideia era ver o chip já no aeroporto, mas não conseguimos. Isso não foi empecilho para que conseguíssemos chegar ao Hotel, pois já havíamos baixado os mapas.

E fomos conseguir o Simcard em uma tabacaria próxima ao Hotel. Confesso que rolou uma dificuldade de comunicação, pois a atendente da tabacaria não sabia falar inglês e nós não sabíamos falar francês. Entre risadas e palavras trocadas até em português, conseguimos comprar o bendito.

E valeu a pena heiiiin!!! Compramos um simcard da Syma mobile. Plano de 50GB na França + 4GB na Europa, com ligações ilimitadas para qualquer local da Europa. Tudo isso por 9,90 euros + 5 euros do chip.

Usamos pelos 24 dias na Europa, sem perrengues de faltar dados. A única coisa que não conseguimos, não sei se por causa do simcard ou pelo meu celular chinês, foi compartilhar a internet.

E que tal curtir o restinho do verão europeu?

Sobre o caderno de missões que fiz para a Fefê, ainda estou trabalhando nessa ideia, e em outras tão interessantes quanto, para poder fazer artes bem especiais para todos! Por enquanto, quem quiser o caderno de missões, estou com um link inicial no Elo7 com envio apenas da arte pronta para impressão e encadernação.

Espero que os relatos acima ajudem no planejamento da sua próxima viagem.

Considerando Alimentação e Transporte, gastamos em 24 dias um montante de €2.276,68. Confesso que achei que gastaríamos um pouco menos, mesmo assim, valeu demais cada centavo que foi “investido” nessa viagem!

EQUIPE NANDA AVENTUREIRA

Partiu EuroTrip

Bom galera, hoje (28/05/19), estamos partindo para a nossa primeira EuroTrip – serão 24 dias entre Paris, Amsterdã, Bélgica e Portugal. Nós nunca fizemos uma viagem tão extensa assim e nessa ainda vamos com Nanda “na bagagem”.
Temos muitos questionamentos de como isso vai funcionar, se vai ser tranquilo, como será viajar tanto tempo assim com uma criança de apenas 5 anos e para lugares que não fazemos ideia do que vamos encontrar…
Então, pensando nisso, resolvi fazer um post com alguns preparatórios que fizemos para a viagem, considerando nossa toda a nossa inexperiência nessa situação (Rsrsrsrs).

 

1 – Elaboração do Roteiro

Com os locais definidos, procuro fazer um roteiro bem detalhado, listando todas as atrações, com valores e observações, e tento distribui-las pelos dias que ficaremos por lá. Ainda, caso haja deslocamento longos, é pertinente considerar o tempo na montagem do roteiro.
Não que a gente vá seguir a risca o que foi definido, serve mais para nos dar uma direção, otimizarmos o tempo com lugares próximos e não ficarmos pedidos por aí.
Sempre funcionou super bem conosco, só que quando começamos a viajar com a Fernanda, essa distribuição diária passou a ser bem diferente, levando em conta o ritmo dela, que ainda é mais lento que o nosso, e, é claro, mesclando atrações adultas com infantis, para não ficar cansativo para nenhum de nós.

[Quem quiser, me fala, que eu envio a planilha base que usamos para esta viagem]

 

2 – Pediatra + Medicamentos

Outra coisa que não deixamos de fazer antes de viajar foi ir ao pediatra da Fefê. Além de checarmos se estava tudo bem com ela, achamos importante levar receitas de medicamentos, caso precise dar no local.
Sempre levamos uma malinha de primeiros socorros, com Novalgina, band-aid, mertiolate e termômetro.
Mas o principal objetivo no pediatra foi termos a receita do Dramin para dar uma “acalmadinha” durante as 12h de voo.

P.s.: lembrando que é importantíssimo contratar um Seguro de Viagem, principalmente viajando com crianças. No nosso caso então, a Europa exige o seguro pelo Tratado de Schengen. Nós conseguimos o seguro pelo Cartão de Crédito que utilizamos para comprar as passagens.

 

4 – Tempo no avião

Falando sobre o voo, esse é o meu momento mais tenso!!! Além do medo que tenho e que preciso tomar cuidado para não passar para a Fefê, precisamos entretê-la durante esse período, pois ela é um tanto quanto inquieta (rsrsrsrsrs). Pensando nisso, compramos um fone mais confortável para que ela possa assistir aos vídeos do avião. Além disso, para nós é super importante levar outro tipo de distração e, como Fefê está na fase de desenhar e escrever, papel e lápis serão suficientes…

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5 – Coelho da Cartola

Como a viagem que vamos fazer não é tão “do ritmo” da Fefê, eu bolei uma ideia que espero que nos ajude nessa aventura…
Criei um “caderno de Missões” para cada país que vamos visitar. São 5 missões por país, em que cada missão cumprida recebe um carimbo e, ao final, completando todas as missões, ela terá uma recompensa.´ç;´´

Super ansiosa para ver como será o andamento dessas missões…
Quem quiser ver o caderninho completo só comentar que eu mando.

 

5 – Arrumando as malas

Por último, mas não menos importante, as malas! Por estarmos indo no final da primavera, não precisamos levar roupas super grossas, mas calça e casaquinho é fundamental, pois ainda rola um friozinho por Amsterdã e Paris…
Ainda, por fazermos alguns percursos de trem, optamos por levar apenas 2 malas, uma pequena (só para a Fernanda) e uma média e uma mochila dentro do avião. Estamos programando 2 lavagens de roupa durante o período todo, vamos ver…

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É isso pessoal!
Se esqueci de algo, por favor, comentem que eu completo a informação aqui. A ideia é ajudar…

Lembrando que desconsideramos as preparações essenciais neste post, como documentações, passaportes, comprovação financeira para evitar problemas na alfândega, entre outros.

Partiu Missão Europa da Nanda Aventureira!

Gramado/Canela – Mundo a Vapor, Reino de Chocolate, Igreja de Pedra e Pizzaria Toca da Bruxa

Dia 19/11/2018

1ª PARADA: MUNDO A VAPOR

Chegou o nosso último dia  de viagem… e decidimos ir à lugares tradicionais que ainda não havíamos visitado, sem muito planejamento, íamos vendo o que conseguiríamos encaixar no dia e na disponibilidade das crianças.

Sendo assim, fomos logo cedinho para o Mundo a Vapor. O Uber do hotel para lá foi bem rapidinho e chegamos assim que a atração abria, por volta de 9h da manhã. Muitas pessoas vão até o Mundo a Vapor, tiram foto do trem que fica logo na entrada e nem chegam a desfrutar de todo conhecimento que existe lá dentro. Sério gente, vale muito a pena, principalmente se você for com crianças mais velhas que conseguem prestar atenção na aula que os funcionários nos proporcionam, sobre as formas de energia, entre outras coisas.

Além disso, o ingresso dá direito a um passeio de trenzinho, meio bobinho mas as crianças adoraram.

Lá dentro também tem aqueles estúdios que você pode colocar roupas antigas para tirar fotos. Nós resolvemos fazê-la. Pagamos R$60,00 por 2 fotos para 4 pessoas… olha o resultado aí, ficou legal né?!

MUNDO A VAPOR
  • Uber Gramado x Mundo a Vapor: R$ 12,40
  • Valor Ingresso: R$ 36,00 (Adulto) / R$ 18,00 (Criança de 06 a 12 e Sênior)
  • Horários: 09h00 às 17h00
  • Endereço: Av. Don Luiz Guanella, 1247 – Carniel, Canela – RS, 95680-000

2ª PARADA: REINO DO CHOCOLATE

Bom, saindo do Mundo a Vapor, pegamos um Uber para o Reino do Chocolate. Caramba! Que lugar legal!!! Você vai fazendo um tour pela história do chocolate com algumas partes bem interativas. As crianças agitaram um pouquinho e não foram tão pacientes para ouvir todas as histórias, mesmo assim nós curtimos bastante. Claro que, ao final, a gente saí na lojinha da Caracol e, sempre acaba levando alguma coisinha.

Dali, fomos andando, até o Salão Super Carros, com uma paradinha para almoço em um restaurante Self Service no meio do caminho. Acabamos não achando interessante e não vimos muita empolgação nas crianças para entrar, então só tiramos uma foto com o Bumblebee e fomos embora. Ali também é possível alugar alguns carrões para dar uma voltinha por Gramado. Neste caso, preferimos não nos arriscar… rsrsrsrs!

Pedimos um Uber e fomos para o centro de Gramado dar uma voltinha pela Paróquia São Pedro, conhecemos a Fonte do Amor Eterno, Palácio dos Festivais e aproveitamos para comprar algumas lembrancinhas.

REINO DO CHOCOLATE
  • Uber Mundo a Vapor x Reino do Chocolate: R$ 6,57
  • Valor Ingresso: R$ 18,00 (Adulto) / Crianças foram cortesia
  • Horários: 08h30 às 18h30
  • Endereço: Av. das Hortênsias, 5382 | Estrada Gramado-Canela
SALÃO SUPER CARROS
  • Uber Salão Super Carros x Rua Coberta: R$ 11,56
  • Horários: 09h00 às 19h00
  • Endereço: Av. das Hortências, 4635 – Carniel, Gramado – RS, 95670-000

 

3ª PARADA: CANELA E TOCA DA BRUXA

Decidimos ir jantar na pizzaria Toca da Bruxa e aproveitamos para conhecer a Paróquia Nossa Senhora de Lourdes em Canela, pois a pizzaria fica ao lado na praça Matriz. Uma pena que estava sendo montada toda a estrutura para a chegada do Papai Noel, mas mesmo assim a beleza da igreja não foi apagada.

Sobre a pizzaria, confesso que esperava um pouco mais… entre os pontos negativos que anotei no dia, destaco:

  • Pizzas frias;
  • Quando chegamos, por volta de 20h, a área kids estava sem monitor;
  • Garçons sem graça, não entram no clima da pizzaria (mal acostumada com o Pirata´s);
  • Banheiro fede um pouco.

Entre os pontos positivos:

  • Preço razoável;
  • Mais tarde uma monitora foi até a área kids para fazer pizza com as crianças. Aliás, isso foi sensacional e praticamente apagou os pontos negativos, pois as crianças fazem a própria pizza e a gente ainda leva pra casa.
  • Vários locais “prontos” para fotos (adooooooramoooos!!!).

No fundo, acho que vale a pena a visita… mas não vá esperando que a experiência será a mesma que no Pirata´s, pois não chega nem perto disso!!!

PIZZARIA TOCA DA BRUXA
  • Uber Gramado x Toca da Bruxa: R$ 24,97
  • Uber Toca da Bruxa x Gramado: R$ 19,51
  • Valor Rodízio: R$ 53,00 (Adulto) / R$ 26,50 (Crianças de 3 a 7 anos)
  • Horários: 19h00 às 23h00
  • Endereço: Praça da Matriz, 25 sl 10 (1.041,82 km) | 95680-000 | Canela

 

E assim terminamos nossa jornada, pois fomos embora na manhã seguinte!

Não conseguimos visitar alguns lugares que queria, como o Pórtico de Gramado (tradicional) e o Lago Negro. Também queria ter ido na pizzaria Kongo, mas pelo que li, tínhamos que chegar muiiiiiiito cedo lá para não termos que esperar para entrar e isso acabou sendo um grande complicador pra gente.

Espero que tenham curtido essa aventura conosco.

Um grande abraço!

FAMÍLIA NANDA AVENTUREIRA!

Snowland + Natal Luz

Dia 18/11/2018

1ª parada: SNOWLAND

E demorou, mas chegou o dia do tão esperado Snowland!
Compramos o ingresso antecipadamente, para 2ª feira (19/11/2018), no entanto, conseguimos adiantar para Domingo (18/11/2018) pois vimos que a previsão deste dia era de chuva constante.
Ficamos com receio de o parque lotar, uma vez que todos poderiam pensar da mesma forma que a gente. Não vou dizer que ele estava vazio, mas até que não achei superlotado e deu para curtir bastante.
Antes de comentar sobre as atrações, gostaria de dar 3 dicas rápidas sobre o parque:
fica-a-dica
1ª) Alugue um carro, contrate um Transfer ou tenha ao menos o telefone de algum taxista ou Uber. Não tivemos nenhum problema com a ida e até pagamos barato de Uber até lá, mas a volta… não tinha sinal algum, não conseguíamos pedir Uber, táxi, nada. Ficamos lá, meio perdidos, até que apareceu um Uber “procurando” passageiros. O problema é que tivemos que aceitar o preço dele, ou seja, bem mais caro que o normal.
2ª) Agasalhem bem as crianças… meias grossas e luvas são muito importantes, pois lá dentro é muito frio. O parque fornece as roupas de frio, mas a luva é de lã (mesma coisa que nada) e as crianças gostam de brincar na neve e a mão é quem mais sofre nessa hora.
3ª) Cheguem cedo, assim que o parque abrir, pois ao longo do dia as atrações começam a formar filas maiores. E, não se esqueçam… protejam as crianças. Sei que já falei acima, mas vale a repetição, pois vocês vão ver como isso “atrapalhou” nosso passeio.
Bom, como dito acima, fomos de Uber até o parque e chegamos uns 30 minutos antes dele abrir. Isso foi ótimo, pois ficamos nas primeiras posições da fila que vai se formando até a entrada do parque.
Assim que entramos, você apresenta seu voucher de compra e vai para um Hall de entrada onde logo te puxam para tirar uma foto paga (até que valeu a pena) e onde é possível alugar um armário.
Demos 2 vacilos neste caso:
O 1º é que o armário é grande, não precisávamos ter alugado 2.
O 2º é que lá dentro do parque tem outros armários mais bem localizados, caso precisássemos buscar alguma coisa.
Mas vamos ao parque…
Logo na entrada, demos de cara com a pista de patinação do gelo e, à esquerda, a Escola de Esqui, onde é possível agendar as aulas e efetuar o aluguel dos equipamentos (pagos à parte).
Descartamos a pista, pois a Fefê não tinha altura para entrar, então fomos até a Escola de Esqui e conseguimos ser os primeiros a chegar. Como estávamos em 4 adultos e 2 crianças, revezamos os horários: minha prima e meu primo fizeram aula de Esqui de manhã e eu, Alex e meu primo faríamos aula de Snowboard a tarde.
Meus primos já foram logo no 1º horário para a aula, enquanto eu e Alex ficávamos com as crianças. Buscamos as roupas para entrarmos na “parte da neve” em si. Te falar… é meio confusãozinha essa parte… cada um vai pegando seu tamanho de tudo, dentro de caixas pré separadas. Por um lado, agiliza o processo, mas por outro, achei meio desorganizado. Logo a frente tem uma área para que possamos nos vestir, colocando a roupa de neve por cima das nossas. Eu acabei indo com uma meia calça, achando que tiraria a calça jeans para colocar a de neve, mas como os armários tinham ficado longe, acabei não fazendo isso e fiquei com a calça de neve apertada. Já meu marido pegou uma calça do tamanho dele, mas que ficava caindo. Acho que vale perder um tempo para trocar a roupa caso não encaixe bem, pois lá dentro acaba incomodando. Colocamos as botas de neve e depositamos os sapatos em um guardador que fica lá dentro (não precisa alugar esse). Cada chave desses armários possui um “porta trecos”, para colocar dinheiro e celular.
Enfim, neve…
A alegria das crianças ao avistarem a neve (mesmo que artificial) foi maravilhosa! A Fefê estava louca por isso, sempre falava na Frozen (Let i go… let i goooooo).
Logo fomos para o tobogã e pegamos uma fila razoavelmente pequena, mas, mais uma vez a altura da Nanda não permitiu que ela descesse na boia, sendo assim, fiquei com ela e apenas Matheus e Alex desceram.
Nossa sorte é que havia um tobogã menor, e as crianças se esbaldaram em descer ali. Até que… começamos a ter reclamações de frio (mão congelando) das crianças e tivemos que abandonar a área de neve, voltando para a parte “quente” (da pista de patinação). Aproveitamos para fazer um lanche com as crianças, afinal, já era perto da hora do almoço.

 

Meus primos voltaram em êxtase da aula e das horinhas que ficaram esquiando, já que nunca haviam feito. Confesso que fiquei com receio em deixar as crianças com a minha prima e meus tios (eles chegaram mais tarde) já que a Fernanda estava reclamando muito de frio nas mãos.

Mas estava louca para fazer snowboard novamente, mesmo sendo na pista artificial.
De verdade, achei que não iria curtir tanto, por já ter feito esta Snow na neve de verdade… mas, foi bom demaaaaais!!! Eu adoro esse tipo de atividade e estou louca para podermos levar a Nanda para Bariloche ou para o Chile… valeu muito a pena! 🙂
De volta ao encontro da Fefê, ainda fomos brincar num escorrega que descobrimos já no final, bem como umas casinhas com jogos diversos (basquete, jogo de derrubar garrafas, futebol, etc.).
Saímos do parque já na hora de fechar e, como já citado acima, tivemos problemas para solicitar um transporte de volta e com o clima chuvoso que estava, essa espera não foi nada agradável.
Acho que a Snowland poderia fazer como algumas atrações de Gramado/Canela e disponibilizar um transporte gratuito de retorno.
  • Uber Apartamento x Parque Snowland: R$ 13,35
  • Uber Snowland x Apartamento : R$ 40,00
  • Valor Ingresso: R$ 169,00 (Adulto) – R$ 139,00 (Criança)
  • Estacionamento: R$ 25,00
  • Horários: 10h00 às 17h00
  • Endereço: RS-235, 9009 – Carazal, Gramado – RS, 95670-000
2ª parada: NATAL LUZ – GRANDE DESFILE
Ok, ok… quando mudamos a data do Snowland esquecemos que a noite já tínhamos compromisso com as crianças: o tal do Natal Luz.
Confesso que deixei para comprar o ingresso 1 semana antes, pois não estava tão na vibe de ir, principalmente pelo preço salgado do ingresso.
Mas aí a gente sempre pensa né: ir até Gramado, nesta época, e não assistir à nenhum espetáculo do Natal Luz??? Compramos!
O local onde o desfile ocorre era razoavelmente próximo ao nosso apartamento, mas a ideia de ir a pé não foi cogitada inicialmente. Digo inicialmente pois, logo que o Uber dobrou a rua, vimos o gigantesco engarrafamento para chegar até o Parque de Exposições. Não teve jeito, tudo parado… tivemos que andar uma boa parte do caminho, senão nos atrasaríamos.
Chegando lá, mais um problema. Minha prima comprou os ingressos para o Domingo anterior (ou seja, no mesmo dia que compramos). E pior, eu já havia passado a catraca, com a Fefê! Que Melecaaa! Foi tenso, pois os organizadores foram irredutíveis e não aceitaram que ela fizesse a troca dos ingressos para este dia. Achei que faltou bom-senso deles, minha prima chegou a mostrar a passagem dela, chegando na 5ª feira (ou seja, ela não poderia estar ali no Domingo anterior).
Enfim, como o Matheus ficou chorando, dizendo que queria ver o Papai Noel, ela acabou comprando 2 ingressos de cambista (maior preju).
A parte boa foi que eles ficaram em uma posição bem melhor que a nossa (Setor B) e conseguiram ter uma visão ótima do desfile.
Já do meu lado, ficamos em um lugar péssimo (Setor E) e logo que o desfile começou a Nanda apagou. Imagina, cansaço do Snowland + não presença do primo + vista ruim do desfile = soninho profundo. Ainda tentei, e muito, acorda-la no momento em que o Papai Noel passou, mas ela não quis nem saber.
Sou suspeita para falar, pois a disposição não era das melhores e a localização também não ajudou, mas não vi nada demais no espetáculo, principalmente considerando o valor pago. Vi várias crianças dormindo, no final do espetáculo. Acho que o horário de 21h30 é muiiiiito ruim, para uma atração que é basicamente voltada para crianças.
Mas vocês pensam que acabou… nãããão!
Tive que levar a Fefê no colo do Centro de Exposições até o Apartamento (aproximadamente 1 km)…
E assim, chegamos ao final do dia! Exaustooooos, mas felizes!
  • Uber Apartamento x Expogramado: R$ 13,35
  • Valor Ingresso: R$ 145,00 (Adulto) – R$ 72,50 (Criança)
  • Horário: 21h30
  • Endereço: Avenida Borges de Medeiros, 4111, Centro, 95670-000
    Gramado/RS

Canela – Parque do Caracol e Terra Mágica Florybal

Dia 17/11/2018

1ª parada: PARQUE CARACOL E BONDINHOS AÉREoS

Continuando nosso passeio nesse feriadão da Proclamação da República, resolvemos partir para Canela-RS e conhecer a Cascata do Caracol.
Saímos cedo (por volta de 9h), com a ideia de chegarmos logo que o Parque Estadual do Caracol abrisse, para podermos tirar fotos sem maiores problemas (rsrsrsrsrs).
Digamos que isso é quase impossível, mas até que conseguimos uma fila pequena na hora de tirar foto no mirante da Cascata!
E que linda, que graciosa!!! A queda d´água estava formando um arco-íris ainda, nossa!, ficou um espetáculo!!!

O Parque em si não tem muita coisa além disso. Pelo que vimos, tem um observatório (27 metros de altura) que paga-se R$10,00 para subir, mas preferimos não pagar. Além disso rola um passeio de trenzinho que não achamos muito interessante, até por que havia um “parquinho raíz” ao lado que foi o suficiente para divertir, e muito, as crianças.

Não que fossemos descer, mas procuramos a tão famosa escadaria (730 degraus), mas nos informaram que estava fechada.
Pelo que andei lendo, ela está fechada há anos para reforma, mas devido algumas questões burocráticas, ainda não teve início.

De lá, partimos a pé pela estrada até os “Bondinhos Aéreos”. O percurso era de menos de 1Km, mas se tiver com crianças não aconselho ir a pé, pois o caminho até a entrada é bem na estrada mesmo e depois ainda rola uma mega subida… sofremos bastante carregando a Fefê no colo, pelo caminho. E, para piorar a situação, quando enfim conseguimos chegar aos bondinhos, por volta de 10h50, descobrimos que a fila de estava com um tempo de espera de, aproximadamente, 2h.

Sem chance!!! Desistimos na hora! Resolvemos então pegar um Uber e partir para o Parque Terra Mágica Florybal.
PARQUE ESTADUAL DO CARACOL
  • Uber Gramado x Parque Caracol: R$ 28,17
  • Valor Ingresso: R$ 20,00 (Adulto) – Fefê não pagou
  • Horários: 09h00 às 17h30
  • Endereço: Rodovia RS 466, km 0, s/n – Caracol, Canela – RS, 95680-000
BONDINHOS ÁEREOS
  • Valor Ingresso: R$ 42,00 (Adulto) / R$ 21,00 (Criança de 06 a 12 e Sênior)
  • Horários: 09h00 às 17h00
  • Endereço: Estrada da Ferradura, nº 699 – Caracol Canela

 

2ª parada: PARQUE TERRA MÁGICA FLORYBAL

O parque é bem pertinho da Cascata e chegamos em menos de 10 minutos.
Compramos o ingresso (ver valores abaixo) por lá, sem fila, sem problemas, mas tem opção de você comprar nas lojas da Florybal, com 5% de desconto.

Me permitam fazer um rápido desabafo sobre a questão de meia entrada… eu e meu marido sempre pagamos inteira, e os valores tem estado cada vez mais absurdos. No caso do Parque (e vimos em outros lugares de Gramado) não houve exigência de carteirinha no momento da entrada (minha prima é estudante e não solicitaram a dela) e isso me deixa mega revoltada, pois eu sei que muitos compram meia-entrada, sabendo que não há uma cobrança nos locais. Não quero comprar meia não tendo direito à tal, gostaria apenas que a fiscalização fosse correta para, quem sabe, com a redução de ingressos de meia-entrada, os locais possam reduzir os ingressos de inteira.
thBom, mas voltando ao Parque Florybal, que é o que nos interessa nesse momento!
O lugar é realmente mágico, as crianças (não só elas) ficaram em êxtase com tantas opções de diversão… O parque é dividido por setores temáticos, entre eles: índios, gorilas, mundo animal, homem das cavernas e, o território dos dinossauros (o  melhor).

Concentram muitas esculturas super bem feitas (algumas, inclusive, se mexem), além de algumas atrações divertidas, destacando-se:
1 – Tobogã Django Gan: logo no início do parque enfrentamos uma fila de aproximadamente 30 minutos, para descermos no tobogã… e valeu muito a pena, apesar de passar rápido (rsrsrsrsrs).
2 – Voo Pterodáctilo: Fefê não pode ir, pois a altura mínima é de 1,20. Mas minha prima foi com o filho e, apesar de quase 40 minutos de fila, eles curtiram demais o passeio.
3 – Cinema 3D
4 – Montanha Russa
5 – Dino Móvel