Eurotrip – Quanto custa? Onde se hospedar? Como se locomover?

Olá pessoas, tudo bem com vocês?

Sei que atrasamos para liberar este post, mas depois de 24 dias na Europa demora um “cadinho” pra colocarmos a rotina nos eixos.

Estivemos por lá entre os dias 29/05/2019 e 21/06/2019, passando por Paris, Bruxelas, Bruges, Amsterdam e algumas cidades de Portugal… foi uma aventura e tanto!!! Nunca havíamos viajado por tanto tempo e foi a nossa primeira viagem longa com a Fefê!

Abaixo, seguem algumas questões gerais da nossa Eurotrip, sem detalhes de passeios. Além do trajeto entre os países e como foi lidar com uma criança nessa situação, falamos sobre como nos locomovemos pelas cidades que passamos, sobre a hospedagem/localização e sobre nossa alimentação super saudável (SQN!).

Portugal será pouco citado nesse post, pois ficamos em casa de família e isso muda muito o conceito da viagem.

Espero que ajude à todos…

 

DESLOCAMENTO ENTRE OS PAÍSES

VOO

Gostamos muito do serviço da Air France, desde as aeronaves em si, que são grandes e possuem boas opções de entretenimento (inclusive dão um joguinho para as crianças), até o atendimento dos(as) comissários(as) de bordo, que são super atenciosos(as) e gentis. Meu único porém ficou por conta da refeição, pois no cardápio não apresentam opções de menu infantil e só na volta descobri que podemos solicitar um prato diferenciado para as crianças. Se isso já ficasse explícito seria muito melhor.

Falando de algumas expectativas citadas no post anterior (Partiu Eurotrip), em relação ao voo… Deu tudo errado! Rsrsrsrs!

Nanda tomou o Dramin logo que entramos no avião e assim que decolou, ela dormiu. Mas em menos de 2h estava acordada e depois foi uma luta para conseguir dormir novamente. Acabou dormindo mais umas 3 horinhas, já no fim da viagem. Não quis saber de nenhum dos entretenimentos que levamos, e ficou apenas nos vídeos da Air France. Se ela dormiu só isso, imagina a gente… Não chegamos a dormir mais que 3 horas, ou seja, chegamos mortos de cansados.

O voo entre Amsterdam e Lisboa foi feito pela KLM e não curtimos muito o trajeto. Apesar de ser um voo curto, de 3h, a pressão na aeronave estava tão forte que fui com dor de cabeça a viagem toda. Sorte que, por ser um voo noturno, a Fernanda dormiu o trajeto todo.

Nosso voo de retorno ao RJ foi bem mais tranquilo!  Não precisamos dar remédio algum, ela assistiu um filme inteiro (algo raro) e apagou logo após a janta, só acordou para o café da manhã, quando já estávamos chegando.

Acredito que a ansiedade da viagem e o fato do voo ter sido diurno tenha atrapalhado a Fefê na ida.

Tempo de Translado:

Quadro1

 

TREM

Se utilizar dos trens europeus para deslocamento entre países vale muito a pena, caso a distância entre eles não seja tão grande. Os vagões são espaçosos, confortáveis e o trem é veloz.

Em relação à bagagem, ao menos nos trens da Thalys (companhia que utilizamos para transitar entre Paris, Bruxelas e Amsterdam) há bons espaços entre os vagões, para malas maiores. Mas não exagere no tamanho, prefira as médias, pois pode ocorrer o que aconteceu conosco entre Bélgica e Amsterdam, que os espaços do nosso vagão já estavam cheios e tivemos de ir com a mala até o vagão seguinte.

Dando ênfase ainda a dica acima, chegue com antecedência nas estações, para evitar essa correria em relação à colocação das malas.

Para pegarmos o trem de Paris para Bruxelas fomos de metrô até a estação Gare Du Nord. Lá é uma estação central da cidade, tem metrô e trens para tudo quanto é canto. No dia que fomos a estação estava bem movimentada, pois era uma segunda-feira, depois de um feriadão na França. Mesmo assim foi super tranquilo de encontrar os trens da Thalys.

De Bruxelas para Amsterdam é um pouco diferente pois os trens não ficam lá parados, nos esperando. Temos de encontrar a plataforma e esperar o trem passar. Mas é tudo bem sinalizado e não foi tão complicado de nos acharmos. Claro que, chegamos com antecedência…

Já, de Bruxelas para Bruges, o bilhete comprado não tem restrição de horário e aí é mais tranquilo em relação ao tempo. Mesmo assim, vale se programar para chegar mais cedo, pois passam trens para diversos locais e é necessário se informar direitinho para não pegar o trem errado.

 

Tempo de Translado:

Quadro2
Valor Total Gasto:
Quadro3

 

TRANSPORTE INTERNO

PARIS

Achamos Paris a melhor cidade do mundo para se locomover de metrô/trem. É impressionante a malha ferroviária deles, você consegue ir e vir para qualquer lugar da cidade e arredores.

Nossa 1ª surpresa positiva ocorreu assim que chegamos, quando decidimos sair do aeroporto de trem+metrô, ao invés de táxi ou Uber. E foi suuuuuper tranquilo!!! Mas é bom ir se estiver com pouca mala, pois ao menos na estação que saltamos, precisamos subir e descer muiiiiitas escadas.

Só transitamos pela cidade de metrô/trem ou a pé, não utilizamos Uber.

As linhas são super bem explicadas e, usando o Google Maps então, fica mole saber quais estações tínhamos que parar, qual linha deveríamos pegar… Fernanda entrou na vibe legal, curtindo andar pelas estações, passar pela “catraca” (ela colocava o ticket dela) e aproveitamos para ensiná-la que temos de deixar o lado esquerdo sempre liberado para quem esta com pressa, tanto ao andar pelas estações quando nas escadas rolantes.

Minha única dica é: façam os cálculos de quantos tickets vão precisar, pois o preço do combo com 10 é mais barato e, para comprar tickets com desconto para as crianças, só nessa opção do combo.

Ah! esses tickets individuais não são aceitos no RER A, que vai para Disney.

 

Valor Total Gasto (3 pessoas – 5 dias):
Quadro4

Existem outras opções de cartões de transporte, mas não nos interessamos achando que não valeria a pena para nós, mas se quiserem mais informações, li várias dicas nos blogs abaixo:

Viajando sem Crise

Viaje na Viagem

 

BRUXELAS

Não vi como funciona a questão transporte em Bruxelas, pois optamos por ficar perto da Grand Place, uma vez que só ficaríamos 2 dias na cidade e não queríamos perder tempo com deslocamento.

Fizemos tudo a pé.

 

AMSTERDAM

Como tradição, o melhor meio de transporte em Amsterdam são as bicicletas. 🙂 🙂 🙂

Alugamos a bike por algumas horas apenas, mas me arrependi por não ter alugado pelo período todo (sim, existe a possibilidade de ficar com a bike por vários dias). Havíamos lido sobre algumas dificuldades em relação ao “trânsito” de bicicletas pela cidade e de quanto os locais são “estressados” com as pessoas que não respeitam esse “trânsito”. Porém, não tivemos nenhum problema, mesmo tendo andado em áreas bem movimentadas da cidade.

IMG_20190606_111900

Em relação aos demais dias, ficamos em uma boa localização e conseguimos fazer bastante coisa a pé, mas, por conta das chuvas, utilizamos UBER algumas vezes, inclusive para chegar e sair da cidade.

Achamos o transporte público de lá muito mais complicado (Ok, ok, somos um pouco enroladinhos também… rsrsrsrs). Existem os bondes, os ônibus e o metrô rodando pela cidade, mas não vimos nenhum local para venda de tickets dos 2 primeiros e, até no metrô não foi tão fácil comprar os tickets, que por sinal, achei caríssimo.Até em relação ao ônibus para Zaanse Schans, tivemos dificuldade em encontrar o local para compra. Além disso, na ida fomos pagar 1 euro ao motorista, como informado, referente ao ticket da Fefê e ele disse que ela podia entrar sem pagar. Só que na volta a mulher cobrou e deu maior esporro por não termos o ticket. Fizemos questão de pagar o euro da volta, mas ela também não aceitou e disse que se o fiscal pegasse íamos ter problemas. Mas até agora não entendi por que ela não aceitou que pagássemos o 1 euro da volta… enfim!!!

Valor Total Gasto (3 pessoas – 4 dias): 
Quadro5

 

PORTUGAL

Como dito no início do post, Portugal foi um caso a parte, pois ficamos hospedados na casa de familiares, em Charneca de Caparica (arredores de Lisboa). Por isso, optamos por alugar um carro, até por que estava na nossa programação ir até Porto (no Norte de Portugal), passando por algumas outras cidades no caminho.

Trafegar de carro em Lisboa não foi muito difícil, no entanto, estacionar pelo centro é tarefa complicada ou cara (caso opte pelos estacionamentos subterrâneos). No dias que fomos conhecer o centro de Lisboa, deixamos o carro em um estacionamento de Cacilhas e pegamos a barca com destino a Lisboa. Quando fomos ao Oceanário e à Belém, estacionamos pela rua, sem maiores problemas.

Valor Total Gasto (3 pessoas – 11 dias):

Quadro6

 

HOSPEDAGEM / LOCALIZAÇÃO

 

PARIS

Ficamos muito receosos em relação à hospedagem em Paris, tanto que foi o hotel que demoramos mais a escolher. Posso dizer que erramos e acertamos na escolha do Timhotel Paris Gare Montparnasse.

Erramos por 2 motivos:

1º) O hotel era bem antigo, elevador minúsculo e aspecto de sujo/velho. No geral, nos atendeu bem, espaço do quarto grande, boas camas, 2 banheiros… mas a única coisa que realmente nos incomodou (e bastante) foi o tamanho minúsculo do box, o fato de não ter blindex e ser cortina de plástico que ficava grudando na gente durante o banho.

2º) Ficamos com receio de alugar apartamento ou Airbnb, devido às últimas notícias que acompanhamos neste tipo de hospedagem, em relação à filmagens indevidas e tal. Mas pela nossa decisão em relação à alimentação, precisávamos, minimamente, de um hotel com frigobar e microondas e não nos atentamos à estes fatos no momento da escolha.

O grande acerto ficou por conta da localização. O hotel ficava praticamente na porta de uma estação grande de metrô (Montparnasse – Bienvenüe), próximo à vários restaurantes, mercados, farmácias… e em uma área não tão turística, mas com uma vida local bem agitada. Curtimos bastante essa vibe.

 

BÉLGICA

Como só ficaríamos 2 dias em Bruxelas e em um deles iríamos à Bruges, optamos por um Hotel próximo à estação de trem e aos principais locais de visitação da cidades. Neste sentido, o Novotel Brussels off Grand Place acabou sendo a escolha certa e, apesar de um pouco mais caro, foi um ótimo custo-benefício pra gente.

Além da questão localização supracitada, o hotel é excepcional! As camas são super confortáveis, banheiro e box grandes, com várias comodidades e atendimento excelente dos funcionários.

 

AMSTERDAM

Assim como na Bélgica, em Amsterdam optamos pelo Ibis Styles Amsterdam City por causa da localização e por conhecermos a “marca”. Também não nos arrependemos na escolha, ainda que o Ibis tenha uma queda de padrão em relação ao Novotel. A localização era muito boa, também longe da muvuca, mas ao mesmo tempo com boas possibilidades de transporte público, sendo que conseguimos fazer algumas coisas a pé, entre elas:

  • Heineken Experience;
  • Museuplein (Rijksmuseum, Museu Van Gogh, entre outros);
  • Vondelpark;
  • NEMO;
  • Albert Cuypmarkt (ficava ao lado do hotel).
Alguns passeios acabamos não fazendo a pé apenas por causa da chuva/frio.

 

ALIMENTAÇÃO

 

PARIS

Como foi a primeira cidade que visitamos e estávamos muito receosos em relação aos gastos e decidimos por não gastar muito com comida.

No almoço, comíamos sempre pelo local onde estávamos, mas em nenhum dos dias paramos para comer “comida”, era sempre crepe ou McDonald´s. A noite, a nossa proposta era sempre comprar algo no mercado e comer no Hotel.

Porém, como foi dito acima, o nosso hotel não tinha muita estrutura para este tipo de alimentação e, desta forma, sempre optávamos por algum sanduíche (os mercados tem muitos sanduíches prontos).

Por 2 dias topamos jantar em um bar próximo ao hotel e fomos tão felizes na escolha que preciso citá-los. Fomos no Dream Café, uma bar badaladinho, cheio de galera “jovem”. De cara já foram super atenciosos conosco e, principalmente com a Fernanda, a única criança do local (acho que os Parisienses não tem o hábito de sair com crianças a noite, vimos pouquíssimas crianças pela rua, a noite). E para melhorar, eles se prontificaram a fazer um prato específico para a Nanda, em menor quantidade e cobrando a metade do preço de um prato normal. Nos conquistou de tal maneira que Fernanda quis tirar foto com o garçom no 2º dia que fomos ao bar.

Gasto total (café, almoço e janta – 5 dias x 3 pessoas):

Quadro7

Pratos típicos que a Nanda comeu/experimentou: crepe, croissant e baguete.

 

BÉLGICA

Começamos a comer um pouco melhor, optando por pratos de comida “de verdade”. O problema da Bélgica é que tudo vem acompanhado de fritas (rsrsrsrsrs). Em Bruxelas tínhamos muitas opções de restaurante próximas ao hotel e, em Bruges, também existem muitos restaurantes pela praça Grote Markt e mesmo assim, acabamos comendo no Burger King. 

Gasto total (café, almoço e janta – 2 dias x 3 pessoas):

Quadro8

 

Pratos típicos que a Nanda comeu/experimentou: batata frita e chocolate (esse foi molezinha!!!)

 

IMG_20190604_093037

 

AMSTERDAM

Em Amsterdam tivemos uma certa dificuldade por não termos pesquisado opções de alimentação próximas ao Hotel e acabamos tendo que “caçar” restaurantes sob frio e chuva. E, é claro, novamente optamos pela “junk food” (mas estava uma delícia) e, inclusive, fizeram um hambúrguer especial para a Fefê, só com carne e presunto, como ela gosta.

Fora isso, reservamos um jantar no famoso Moeders, restaurante com várias fotos de mães penduradas, inclusive pode pendurar a da sua mãe, se você levar a foto. Nós levamos! 🙂

Foi o único hotel que pegamos café da manhã e isso nos ajudou muito na hora de almoçarmos no meio do caminho, pois comíamos bastante no café e acabávamos comendo qualquer coisa no caminho.

Gasto total (almoço e janta – 4 dias x 3 pessoas):

Quadro9

 

Pratos típicos que a Nanda comeu/experimentou: stroopwafel e sopa de ervilha.

 

 

PORTUGAL

Acredito ter sido o local que mais gastamos com alimentação. Primeiro por nos identificarmos mais com a comida local e segundo que, por estarmos com família, não optávamos tanto por lanches e “junk foods”.

Nesta conta, também entram os mercados que fazíamos em conjunto, para churrascos e mariscadas na casa do pessoal, sem contar a grande quantidade de vinho consumido 🙂 🙂 :).

O único local que nos arrependemos do valor pago foi no restaurante Marisqueira, na região ribeirinha de Lisboa. Os restaurantes do centro de Lisboa se aproveitam do fator turismo e acabam “metendo a mão” no preço de pratos simples, como o bife com batata frita que comi nesse restaurante.

Em compensação, pagamos praticamente o mesmo valor para comer 2 Kg de robalo com acompanhamentos, na beira do mar da Arrábida. Outro local que gostamos demais e o custo-benefício é excelente foi o restaurante Toscano, em Porto. Rolou até uma apresentação de piano com “Garota de Ipanema”… vale demais a experiência!!!

Ah! e cuidado com qualquer tipo de “entradinha”… todas elas são cobradas e muitas vezes você não é avisado disso!!!

Portugal foi o local em que a Fefê comeu melhor, inclusive experimentando diversas comidas diferentes (mariscos, caracol, entre outros).

Gasto total (café, almoço e janta – 11 dias x 3 pessoas):

Quadro10

Pratos típicos que a Nanda comeu/experimentou: bolinho de bacalhau, amêijoas e ovos moles.

CHIP INTERNACIONAL

Acabamos esquecendo de comentar sobre um detalhe super importante para quem viaja para o exterior: o chip internacional!!!

Optamos por não compra-lo diretamente do Brasil, apesar de ser a opção mais tranquila, e resolvemos arriscar e comprar o “simcard” no nosso 1º dia em Paris.

Pelo que pesquisamos sairia muito mais barato, só não contamos com a dificuldade em encontrar lojas das famosas Vodafone e Orange. A ideia era ver o chip já no aeroporto, mas não conseguimos. Isso não foi empecilho para que conseguíssemos chegar ao Hotel, pois já havíamos baixado os mapas.

E fomos conseguir o Simcard em uma tabacaria próxima ao Hotel. Confesso que rolou uma dificuldade de comunicação, pois a atendente da tabacaria não sabia falar inglês e nós não sabíamos falar francês. Entre risadas e palavras trocadas até em português, conseguimos comprar o bendito.

E valeu a pena heiiiin!!! Compramos um simcard da Syma mobile. Plano de 50GB na França + 4GB na Europa, com ligações ilimitadas para qualquer local da Europa. Tudo isso por 9,90 euros + 5 euros do chip.

Usamos pelos 24 dias na Europa, sem perrengues de faltar dados. A única coisa que não conseguimos, não sei se por causa do simcard ou pelo meu celular chinês, foi compartilhar a internet.

E que tal curtir o restinho do verão europeu?

Espero que os relatos acima ajudem no planejamento da sua próxima viagem.

Considerando Alimentação e Transporte, gastamos em 24 dias um montante de €2.276,68. Confesso que achei que gastaríamos um pouco menos, mesmo assim, valeu demais cada centavo que foi “investido” nessa viagem!

EQUIPE NANDA AVENTUREIRA

Anúncios

2 comentários

    1. nandaaventureira

      Oiêl!!!
      Gostou da nossa proposta do caderno das Missões?
      Quer fazer também para viagem com os pimpolhos?
      Então… Tô trabalhando nessa ideia, e em outras tão interessantes quanto a do caderno, para poder criar artes bem especiais para todos!

      Por enquanto, quem quiser o caderno de missões, estou com um link inicial no Elo7 para enviar apenas a arte pronta para impressão e encadernação.

      Da uma olhadinha lá…
      https://www.elo7.com.br/caderno-de-missoes-para-viagem/dp/10A38EE

      Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.